A cidade de Goianésia foi sede das
competições do Polo II dos Jogos Estudantis 2019, realizados pela Secretaria de
Estado da Educação (Seduc). Participaram desta fase as equipes classificadas das
regionais de Campos Belos, Águas Lindas, Anápolis, Inhumas, Luziânia, Novo
Gama, Planaltina, Posse e Formosa.
O Colégio Felismina foi representado
pelas equipes de basquete masculino infanto e voleibol masculino juvenil.
Nosso professor/técnico Henrique de Oliveira Lima e alguns de
nossos alunos/atletas comentaram essa espetacular experiência:
“Foi a primeira vez que viajei
para os Jogos Estudantis. Foi uma experiência inesquecível. Aconselho a todos a
participarem. Conhecer novas cidades, pessoas, é muito bom. Vivenciei coisas
que nunca pensei em passar, foi ótimo. Obrigado a todos que nos apoiaram,
principalmente, nosso técnico Eduardo por acreditar até o final e passar
confiança nos jogos”. Artur Barbosa Oliveira
“Foi
uma honra poder jogar pelo Colégio. Tenho muito orgulho de representar o
Colégio e ter conquistado uma medalha”. Joaquim Miguel Queiroz dos Santos
“A experiência de viajar para os
Jogos Estudantis foi muito boa, apesar de não termos conquistado o ouro para
casa. Foi ótimo jogar e, como dizem, o importante é competir. Ainda bem, que
conseguimos pelo menos o bronze. A viagem foi uma experiência única e agora é
treinar mais para o ano que vem trazer o ouro”.
Henrique Oliveira Costa
“Foi
uma experiência inesquecível. Não é a primeira vez que viajo para os Jogos
Estudantis, nem para a mesma cidade, mas cada vez é única, as brincadeiras, os
jogos, a vontade de jogar e ganhar, a sensação em quadra, a torcida, a
premiação são momentos dos quais jamais me esquecerei, estão eternizados em minha
memória”. Caio Felipe
“Eu só tenho alegria em falar
sobre os Jogos Estudantis. É um momento que a gente se distrai e concentra ao
mesmo tempo: distração pela galera, diversão, mas sempre com responsabilidade e
foco, porque quem vai, vai para competir e ser campeão. Os jogos são
maravilhosos, você conhece pessoas, reencontra amigos, se alegra com as
vitórias e se entristece com as derrotas, mas sempre levando com experiência
para a próxima. Dessa vez, não fui como jogador, fiquei angustiado, nervoso, senti
muita saudade de quando jogava, é inexplicável o que os jogos despertam. Vou
sentir saudades...” Victor Hugo Batista Oliveira Cunha Seidler
“Gostei
muito da viagem, fomos bem acolhidos, as pessoas bastante educadas, a cidade é
incrível. Os jogos foram ótimos. É uma experiência para a vida”. Hiago Avelino de Andrade
“Então, foi meu último ano de
jogos, por isso, eu quero muito agradecer ao Henrique por ter me dado essa
oportunidade. Sinceramente, não gostava muito de vôlei, mas aprendi a gostar.
Goianésia é um lugar top, que tem pessoas muito ‘maneiras’. Tivemos jogos
complicados, que ganhamos e perdemos, são experiências para a vida”. Matheus
Siqueira
“Bom,
esses jogos foram meus últimos, infelizmente não ganhamos, mas a vida não é
feita só de vitórias. Éramos considerados uns dos times mais fortes, e perdemos
para um ‘mais fraco’. Perdemos dentro de quadra, mas ganhamos fora, fiz vários
amigos, até mesmo de times adversários. Entretanto ainda não acabou, tem os
jogos individuais, se Deus quiser vou conseguir trazer o ouro. Foi uma
experiência única, muitas pessoas nos apoiaram, fomos longe. Apesar que nosso
capitão não gostou muito da nossa colocação em 3º lugar. Não é a melhor coisa
do mundo, mas também não é a pior, agora é voltar para a realidade r focar nos
estudos”. João Pedro
“Meu objetivo nos jogos foi
representar bem meu time. Como capitão, eu tinha que ter muita cabeça para
poder controlar o meu time dentro e fora da quadra. Eu aprendi muito com essa
experiência, vou levar para a minha vida toda, o companheirismo da equipe, as
amizades, a lealdade que todos tiveram com o time e, principalmente, o respeito
de todos”. Klildeman
“Os
jogos foram uma experiência muito legal, porque estava entre amigos, conhecemos
pessoas bacanas, a ‘resenha’ foi uma das melhores coisas. Entretanto, nem tudo
é ‘um mar de rosas’, começamos jogando bem e ganhando, o que nos deixou
confiantes, infelizmente na semifinal a vitória não veio. Essa derrota teve um
gosto horrível, como se todo esforço que fizemos foi em vão e o pior é que era
o último ano de quase todos e aí veio a frustração e o desânimo. Tivemos um
ótimo aprendizado com isso, mesmo que consideremos o adversário fraco, não
devemos subestimá-los”. Maicon Breno
“Ah! Os jogos são a melhor coisa
que acontece no ano, em relação ao esporte. Foi tudo maravilhoso, a viagem foi
cansativa, mas tirando isso, foi tudo de bom, conheci muitas pessoas, os meus
‘brothers’ do ônibus, fomos muito bem recebidos e acolhidos. Os jogos não foram
nada fáceis, no primeiro estávamos nervosos, mas aí mostramos o nosso voleibol,
que o técnico Henrique nos ensinou e aprimorou muito bem. O segundo jogo, foi
um ‘jogão’, com garra e determinação conseguimos ganhar. Quando chegou à
semifinal, entramos ‘frios’ em quadra e perdemos. Mas precisávamos focar para o
bronze e jogamos com garra, pois o terceiro lugar não é ruim, ficamos felizes
em subir ao pódio. Foi uma experiência maravilhosa, tenho muito a agradecer a
Henrique, por ter me dado essa oportunidade de ser um aluno/ atleta, meu muito
obrigado”. Eduardo Ferreira
“A
fase regional dos jogos estudantis 2019 nos proporcionou os mais diversos
aprendizados. O mais importante desses aprendizados foi descobrir o tipo de
técnico que não quero me tornar. Deparei-me com pessoas mesquinhas e arrogantes
que em nenhum momento utilizam o esporte como ferramenta motivadora, mas trata
os atletas com xingamentos e desrespeito, coisas que abomino dentro e fora de
quadra. Meus meninos sempre foram muito respeitados e motivados por mim e os
resultados disso foram comtemplados durante a respectiva fase. Vencemos o
primeiro jogo com placar folgado e isso foi importante para a continuidade dos
jogos de nossa chave. O adversário seguinte, era Anápolis, um time temido que
chegou prepotente dentro da quadra e nós com toda simplicidade conseguimos
vencer esse jogo tão acirrado e ao mesmo tempo o mais lindo e intenso que eu
vivi. Talvez essas vitórias tão belas tenham inflado nosso ego a ponto de
acharmos que a fase estadual já era uma realidade, tendo em vista a análise
pré-jogo que fizemos antes da semifinal, onde infelizmente fomos derrotados por
um dos times que era o menos desacreditado pelos concorrentes. A cidade de
Alvorada do Norte que havia nos tirado a tão sonhada fase estadual em 2018
estava então na mesma situação, pois havia perdido a semifinal do mesmo modo
que nós. Disputar o terceiro lugar com dois times entristecidos, desmotivados e
sem fé em si mesmos por reflexo da recente derrota é entristecedor. Ainda
assim, consegui motivá-los a continuar lutando dentro de quadra e vencer um
adversário tão forte. O terceiro lugar não é o fim, mas é uma lembrança de que
existem pessoas melhores que nós e que podemos avançar tanto quanto elas. As
escadarias da vida são subidas de baixo para cima. Infelizmente essa foi a
“última” aventura de muitos desses meninos porque o tempo não espera os sonhos
se realizarem. O estadual fica assim no passado e não poderá ser conquistado
por eles, mas seu legado permanecerá intacto e motivará as novas gerações. Eu
estarei aqui, começarei do zero novamente e nunca me esquecerei das lições que
aprendi dentro das três gerações que passaram por mim, pois são elas me tomarão
um técnico e ser humano melhor”.
Henrique de Oliveira Lima
O Colégio Felismina agradece aos
técnicos Carlos Eduardo e Henrique pela dedicação e compromisso com nossos
alunos/atletas. Aos nossos alunos/atletas, muito obrigado por nos ter
representado tão bem. Obrigado por nos “presentear” com as medalhas de bronze,
que para nós, significam ouro.
Ouro, prata ou bronze? Qual ‘vale mais’?
O que ‘vale
mais’ é o esforço, é a superação, é lutar contra seus limites. Às vezes, os
resultados parecem insuficientes e configuram derrota aos olhos alheios, mas
somente que lutou e ‘suou a camisa’ sabe o que teve que passar para chegar a um
resultado. Seja qual for, desde que se esforçado e feito com amor, deve ser
comemorado e aplaudido. No esporte e na vida, raramente ficamos em primeiro lugar:
as competições são árduas, os adversários poderosos. Entretanto, não conquistar
o primeiro lugar, não significa que não somos vitoriosos. Vencedor é aquele
que, com dedicação e amor, supera os próprios limites. Parabéns técnicos e
alunos/atletas. O esforço de vocês, os fizeram vencedores!