sábado, 29 de junho de 2019







I Torneio de Vôlei de Areia FCB
Última semana letiva, professores fechando resultados, “jogando” paciência no sistema de notas, alunos em clima de férias, todos cansados... mas o professor Henrique de Oliveira Lima ainda teve fôlego para organizar o I Torneio de Vôlei de Areia FCB. Veja o que ele nos relatou acerca dessa experiência:
Nos dias 26 e 27 de Junho conseguimos encerrar o semestre e entrar de férias executando mais que um projeto, um sonho de realizar um torneio de vôlei de areia na tão desejada/sonhada quadra do Colégio! Ver a determinação dos alunos das mais variadas faixa etária foi muito bacana. Quão empenhados e destemidos estavam em busca da vitória através de uma competição sadia! O respeito pelo competidor prevaleceu acima de tudo e mesmo que todos não tenham ganhado o tão desejado primeiro lugar, para mim serão eternos campeões. Parabéns a todos, e novos torneios virão...

Categoria Infanto
1º Lugar – Robert Wilian (9ºA) e Izabela (9ºB)
2º Lugar - Arthur e Welber 8º C
3º Lugar Joao Vitor e Humberto (9ºA)

Categoria Juvenil
1º Lugar - Klildeman (2ºB) e Marcos Daniel (1ºA)
2º Lugar – Vitor Hugo (3ºA) e Eduardo (2ºB)













FCB MUSIC
Os professores Henrique de Oliveira Lima e Lucia Andrea Taveira Jacob, responsáveis pela disciplina de Arte dos turnos matutino e vespertino, em suas aulas, buscam estimular e desenvolver a sensibilidade e habilidade artísticas, conduzindo os alunos a valorizarem as diversas manifestações culturais.
O FCB MUSIC foi à culminância de um semestre repleto de conhecimentos artísticos e culturais envolvendo a dança e a música brasileira. Foi muito enriquecedor ver a empolgação e prazer os alunos em mostrar esses aspectos culturais através do talento deles. Nós como professores temos a função de mediar conhecimentos e a disciplina de Arte foi uma ferramenta muito importante para descobrir o quão talentosos são nossos alunos e como poderão chegar a lugares altos além dos muros da escola. Uma semente cultural foi plantada, agora esperaremos a mesma florescer.








quarta-feira, 26 de junho de 2019





Projeto de Leitura

         Sabemos que a leitura “abre nossos olhos” para novos horizontes, desperta nossa criatividade, desenvolve nossa imaginação, amplia nossa visão de mundo e nos faz conhecer coisas, lugares e pessoas sem sairmos do lugar. Por isso, é essencial ao desenvolvimento humano, despertar e estimular o hábito de leitura.
Apesar do pouco tempo como bibliotecária do turno vespertino, a professora Fia vem realizando um trabalho primoroso, convidando os alunos para irem à Biblioteca, incentivando-os a lerem.
Nesse intuito, desenvolveu, a partir de 13 de maio de 2019, um Projeto de Leitura envolvendo todas as turmas do turno vespertino. A proposta consistia em premiar a turma e o/a aluno/a que lesse mais livros. Foi um sucesso, os alunos se empolgaram com a disputa e almejavam o prêmio.

          A culminância desse importante projeto, ocorreu dia 25 de junho de 2019. Durante uma plenária, com todas as turmas presentes, foram apresentados os resultados desse projeto: 155 livros lidos; a turma do 6º C leu 36 livros e a aluna Andressa Maurício Soares, do 7º B, leu 10 livros. Muito além desses números, está a movimentação ocorrida na biblioteca, a busca por livros, e, para alguns, a descoberta da magia da leitura.



A aluna Andressa relatou um pouco dessa experiência como leitora:
FCB: O que achou desse Projeto de Leitura?
ANDRESSA: Adorei, pois gosto muito de ler. O projeto foi ótimo, porque incentivou alunos que não gostam de ler a buscarem livros.
FCB: Livro favorito lido durante o projeto?
ANDRESSA: Tosco, pois conta uma história de vida, com problemas reais, “uma guerra” dentro de casa. Mostra também uma mudança de vida.
FCB: Como começou seu interesse pela leitura?
ANDRESSA: Com o incentivo de minha mãe e de professores.
FCB: Importância da leitura?
ANDRESSA: Desenvolver conhecimentos. 
FCB: Uma curiosidade...
ANDRESSA: Tenho um vizinho, de 16 anos, que “montou” uma pequena biblioteca e empresta livros a quem se interessar. Pego sempre livros com ele.


Festa Junina do Felismina

As festas juninas constituem a segunda maior comemoração realizada pelos brasileiros, ficando atrás apenas do carnaval¹. São uma importante expressão da cultura popular, nas quais as danças, brincadeiras, comidas típicas, não podem faltar. São momentos de alegria, descontração e de um saudável faz de conta.
O Colégio Felismina, que busca valorizar e manter essa belíssima manifestação cultural, realizou no dia 19/06, o ARRAIÁ FCB. Nas dependências do colégio foram organizadas as barracas de comidas e brincadeiras típicas, o ambiente, ao ar livre, foi ricamente decorado, levando cada pessoa presente a viajar na imaginação.
Mas, nossa Festa Junina começou bem antes do dia 19, foram dias de preparação e dedicação de funcionários e alunos. Além disso, contamos com o apoio e patrocínio de pessoas da comunidade. A Festa Junina do Felismina é organizada pelo colégio, entretanto, ela pertence a todos.
Foi um momento singular de interação e confraternização, no qual nossos alunos deram show de animação e empenho. Os nossos ex-alunos, puderam matar um pouco a saudade desse ambiente tão acolhedor. Os funcionários, mais uma vez, ultrapassaram as suas meras obrigações profissionais e se doaram para que fosse realizada essa linda festa. A comunidade em geral de Campos Belos, pode sentir um pouco o que é fazer parte desse colégio, que é muito mais que uma instituição de ensino, é uma família, a FAMÍLIA FELISMINA. Enfim, toda a comunidade escolar (funcionários, alunos, famílias) e demais pessoas puderam desfrutar de um ambiente familiar, repleto de cores, sons, sabores e emoções.
O Colégio Felismina agradece a funcionários, alunos, famílias e aos demais visitantes por terem realizado conosco esse lindo ARRAIÁ FCB. Muito obrigado! Até a próxima!












segunda-feira, 3 de junho de 2019

Colégio Felismina em Goianésia



A cidade de Goianésia foi sede das competições do Polo II dos Jogos Estudantis 2019, realizados pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Participaram desta fase as equipes classificadas das regionais de Campos Belos, Águas Lindas, Anápolis, Inhumas, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Posse e Formosa.
O Colégio Felismina foi representado pelas equipes de basquete masculino infanto e voleibol masculino juvenil.
Nosso professor/técnico Henrique de Oliveira Lima e alguns de nossos alunos/atletas comentaram essa espetacular experiência:


“Foi a primeira vez que viajei para os Jogos Estudantis. Foi uma experiência inesquecível. Aconselho a todos a participarem. Conhecer novas cidades, pessoas, é muito bom. Vivenciei coisas que nunca pensei em passar, foi ótimo. Obrigado a todos que nos apoiaram, principalmente, nosso técnico Eduardo por acreditar até o final e passar confiança nos jogos”.  Artur Barbosa Oliveira

“Foi uma honra poder jogar pelo Colégio. Tenho muito orgulho de representar o Colégio e ter conquistado uma medalha”. Joaquim Miguel Queiroz dos Santos

“A experiência de viajar para os Jogos Estudantis foi muito boa, apesar de não termos conquistado o ouro para casa. Foi ótimo jogar e, como dizem, o importante é competir. Ainda bem, que conseguimos pelo menos o bronze. A viagem foi uma experiência única e agora é treinar mais para o ano que vem trazer o ouro”.  Henrique Oliveira Costa

“Foi uma experiência inesquecível. Não é a primeira vez que viajo para os Jogos Estudantis, nem para a mesma cidade, mas cada vez é única, as brincadeiras, os jogos, a vontade de jogar e ganhar, a sensação em quadra, a torcida, a premiação são momentos dos quais jamais me esquecerei, estão eternizados em minha memória”.  Caio Felipe

“Eu só tenho alegria em falar sobre os Jogos Estudantis. É um momento que a gente se distrai e concentra ao mesmo tempo: distração pela galera, diversão, mas sempre com responsabilidade e foco, porque quem vai, vai para competir e ser campeão. Os jogos são maravilhosos, você conhece pessoas, reencontra amigos, se alegra com as vitórias e se entristece com as derrotas, mas sempre levando com experiência para a próxima. Dessa vez, não fui como jogador, fiquei angustiado, nervoso, senti muita saudade de quando jogava, é inexplicável o que os jogos despertam. Vou sentir saudades...” Victor Hugo Batista Oliveira Cunha Seidler

“Gostei muito da viagem, fomos bem acolhidos, as pessoas bastante educadas, a cidade é incrível. Os jogos foram ótimos. É uma experiência para a vida”.  Hiago Avelino de Andrade


“Então, foi meu último ano de jogos, por isso, eu quero muito agradecer ao Henrique por ter me dado essa oportunidade. Sinceramente, não gostava muito de vôlei, mas aprendi a gostar. Goianésia é um lugar top, que tem pessoas muito ‘maneiras’. Tivemos jogos complicados, que ganhamos e perdemos, são experiências para a vida”. Matheus Siqueira

“Bom, esses jogos foram meus últimos, infelizmente não ganhamos, mas a vida não é feita só de vitórias. Éramos considerados uns dos times mais fortes, e perdemos para um ‘mais fraco’. Perdemos dentro de quadra, mas ganhamos fora, fiz vários amigos, até mesmo de times adversários. Entretanto ainda não acabou, tem os jogos individuais, se Deus quiser vou conseguir trazer o ouro. Foi uma experiência única, muitas pessoas nos apoiaram, fomos longe. Apesar que nosso capitão não gostou muito da nossa colocação em 3º lugar. Não é a melhor coisa do mundo, mas também não é a pior, agora é voltar para a realidade r focar nos estudos”. João Pedro

“Meu objetivo nos jogos foi representar bem meu time. Como capitão, eu tinha que ter muita cabeça para poder controlar o meu time dentro e fora da quadra. Eu aprendi muito com essa experiência, vou levar para a minha vida toda, o companheirismo da equipe, as amizades, a lealdade que todos tiveram com o time e, principalmente, o respeito de todos”. Klildeman

“Os jogos foram uma experiência muito legal, porque estava entre amigos, conhecemos pessoas bacanas, a ‘resenha’ foi uma das melhores coisas. Entretanto, nem tudo é ‘um mar de rosas’, começamos jogando bem e ganhando, o que nos deixou confiantes, infelizmente na semifinal a vitória não veio. Essa derrota teve um gosto horrível, como se todo esforço que fizemos foi em vão e o pior é que era o último ano de quase todos e aí veio a frustração e o desânimo. Tivemos um ótimo aprendizado com isso, mesmo que consideremos o adversário fraco, não devemos subestimá-los”.  Maicon Breno


“Ah! Os jogos são a melhor coisa que acontece no ano, em relação ao esporte. Foi tudo maravilhoso, a viagem foi cansativa, mas tirando isso, foi tudo de bom, conheci muitas pessoas, os meus ‘brothers’ do ônibus, fomos muito bem recebidos e acolhidos. Os jogos não foram nada fáceis, no primeiro estávamos nervosos, mas aí mostramos o nosso voleibol, que o técnico Henrique nos ensinou e aprimorou muito bem. O segundo jogo, foi um ‘jogão’, com garra e determinação conseguimos ganhar. Quando chegou à semifinal, entramos ‘frios’ em quadra e perdemos. Mas precisávamos focar para o bronze e jogamos com garra, pois o terceiro lugar não é ruim, ficamos felizes em subir ao pódio. Foi uma experiência maravilhosa, tenho muito a agradecer a Henrique, por ter me dado essa oportunidade de ser um aluno/ atleta, meu muito obrigado”. Eduardo Ferreira 


“A fase regional dos jogos estudantis 2019 nos proporcionou os mais diversos aprendizados. O mais importante desses aprendizados foi descobrir o tipo de técnico que não quero me tornar. Deparei-me com pessoas mesquinhas e arrogantes que em nenhum momento utilizam o esporte como ferramenta motivadora, mas trata os atletas com xingamentos e desrespeito, coisas que abomino dentro e fora de quadra. Meus meninos sempre foram muito respeitados e motivados por mim e os resultados disso foram comtemplados durante a respectiva fase. Vencemos o primeiro jogo com placar folgado e isso foi importante para a continuidade dos jogos de nossa chave. O adversário seguinte, era Anápolis, um time temido que chegou prepotente dentro da quadra e nós com toda simplicidade conseguimos vencer esse jogo tão acirrado e ao mesmo tempo o mais lindo e intenso que eu vivi. Talvez essas vitórias tão belas tenham inflado nosso ego a ponto de acharmos que a fase estadual já era uma realidade, tendo em vista a análise pré-jogo que fizemos antes da semifinal, onde infelizmente fomos derrotados por um dos times que era o menos desacreditado pelos concorrentes. A cidade de Alvorada do Norte que havia nos tirado a tão sonhada fase estadual em 2018 estava então na mesma situação, pois havia perdido a semifinal do mesmo modo que nós. Disputar o terceiro lugar com dois times entristecidos, desmotivados e sem fé em si mesmos por reflexo da recente derrota é entristecedor. Ainda assim, consegui motivá-los a continuar lutando dentro de quadra e vencer um adversário tão forte. O terceiro lugar não é o fim, mas é uma lembrança de que existem pessoas melhores que nós e que podemos avançar tanto quanto elas. As escadarias da vida são subidas de baixo para cima. Infelizmente essa foi a “última” aventura de muitos desses meninos porque o tempo não espera os sonhos se realizarem. O estadual fica assim no passado e não poderá ser conquistado por eles, mas seu legado permanecerá intacto e motivará as novas gerações. Eu estarei aqui, começarei do zero novamente e nunca me esquecerei das lições que aprendi dentro das três gerações que passaram por mim, pois são elas me tomarão um técnico e ser humano melhor”.   Henrique de Oliveira Lima

O Colégio Felismina agradece aos técnicos Carlos Eduardo e Henrique pela dedicação e compromisso com nossos alunos/atletas. Aos nossos alunos/atletas, muito obrigado por nos ter representado tão bem. Obrigado por nos “presentear” com as medalhas de bronze, que para nós, significam ouro.









Ouro, prata ou bronze? Qual ‘vale mais’?
O que ‘vale mais’ é o esforço, é a superação, é lutar contra seus limites. Às vezes, os resultados parecem insuficientes e configuram derrota aos olhos alheios, mas somente que lutou e ‘suou a camisa’ sabe o que teve que passar para chegar a um resultado. Seja qual for, desde que se esforçado e feito com amor, deve ser comemorado e aplaudido. No esporte e na vida, raramente ficamos em primeiro lugar: as competições são árduas, os adversários poderosos. Entretanto, não conquistar o primeiro lugar, não significa que não somos vitoriosos. Vencedor é aquele que, com dedicação e amor, supera os próprios limites. Parabéns técnicos e alunos/atletas. O esforço de vocês, os fizeram vencedores!





PANDEMIA: ORIENTAÇÕES