domingo, 29 de setembro de 2019


Teatro: expressar para ser

            A arte é uma atividade inerente ao ser humano, é uma importante manifestação cultural que perpassa a nossa história desde os seus primórdios até quando existirmos.
            Na matriz curricular, a disciplina de Arte tem um papel essencial no processo ensino-aprendizagem, dado que desenvolve a sensibilidade e “humaniza” nossos educandos auxiliando-os a voltar o olhar para si mesmos, para os outros e para o mundo.
         O teatro, como conhecemos hoje, surgiu na Grécia Antiga, berço da civilização ocidental, é uma forma de arte que desperta sentimentos variados. Propicia a consciência do próprio corpo, do tempo e espaço, estimula a comunicação e a linguagem.
         A professora Andréa, que ministra a disciplina de Arte no Ensino Fundamental, desenvolveu com seus alunos do turno vespertino apresentações teatrais acerca de temas variados.
         Segundo a professora Andréa, a dedicação, entusiasmo e compromisso foram surpreendentes. Os alunos se envolveram de tal maneira, usando a criatividade e a capacidade de improviso, que foi perceptível como assumiram o papel de protagonistas na construção do conhecimento.  

















segunda-feira, 16 de setembro de 2019







Colégio Felismina no Desfile Cívico

            O poder público do município de Campos Belos, numa tentativa de resgatar uma importante tradição, organizou o Desfile de 7 de Setembro. Momento único e marcante que contou com a participação de escolas públicas e particulares, além de outros setores da comunidade.
Os colégios estaduais ficaram responsáveis pelo tema Queimadas. O Colégio Felismina ficou com o subtema Qualidade do Ar.
Queimadas, um assunto urgente e que precisa da atenção de todos, dado que estamos falando de preservação da fauna e da flora, além das condições de vida humana.
O índice de qualidade do ar é um indicador padronizado do nível de poluição do ar. Os impactos na qualidade do ar estão fortemente relacionados às queimadas.
            Tempo seco e calor, comuns nessa época do ano, são propícios a queimadas. Por isso, cada pessoa deve redobrar o cuidado com o fogo (como, por exemplo, não queimar lixo, não jogar cigarro no chão) e ficar atenta a focos de incêndio. As queimadas intensificam a ocorrência de doenças, principalmente as que afetam o aparelho respiratório (asma, bronquite, gripes e resfriados).
Com a habitual dedicação de seus funcionários e alunos, o Colégio Felismina estruturou sua atuação da seguinte forma: Fanfarra, pelotão, distribuição de sementes de girassol (lembrete pelo Setembro Amarelo – mês de prevenção ao suicídio e pela valorização da vida), e, em parceria com a empresa ITAFÓS, foram distribuídas mudas de: Ipê-roxo, Aroeira, Açai, Sombreiro, Oiti.
            O esforço foi recompensado com mais uma participação brilhante da nossa Fanfarra – coordenada pelo educador José Bonfim –, dos alunos que desfilaram representando todo o corpo discente do Colégio Felismina, dos funcionários que além de acompanharem, deram suporte aos nossos alunos.

Como o Colégio Felismina desenvolve uma educação cidadã e que tenta, cada vez mais envolver a comunidade, durante o desfile foram distribuídas sementes e mudas, para que as pessoas assumissem um compromisso com o meio ambiente, com a cidade e com a nossa “Pátria Amada”. 















               A aluna Milla Silva, do 8ª A, conta como foi essa experiência:

            Eu me senti honrada em representar uma árvore viva, mais especificamente um Ipê Amarelo.
            Foi meu primeiro desfile, já que nossa cidade está tentando resgatar a tradição do desfile cívico. Fiquei maravilhada, com uma sensação incrível e única, como nunca havia sentido.
Esqueci a vergonha de lado e me senti muito feliz em ter participado desse momento único, representando o meu tão amado Colégio Felismina.






domingo, 15 de setembro de 2019




Setembro Amarelo: depoimentos

            Alguns alunos do turno vespertino, questionaram a professora Lívia Geralda Queiroz – que trabalha a disciplina de História nos sétimos e oitavos anos –, o porquê do Setembro Amarelo não ter sido trabalhado com eles. Devido à essa “pressão”, a professora decidiu abordar o tema que, a princípio seria apenas no Ensino Médio, também no Ensino Fundamental.
            Durante a abordagem do tema, a professora foi surpreendida com a atitude de duas alunas que, corajosamente, abriram seus corações e desabafaram suas experiências. A pedido da professora, as alunas, ambas cursam o 8º, concordaram em expor, anonimamente, essas experiências que podem ajudar a outros jovens.

Relato 1:
            Ano passado, estava sentindo uma culpa sufocante, a consciência tão pesada, pois estava passando por problemas familiares. Pegava para mim toda a responsabilidade pela coisas erradas que estavam acontecendo. Por não conseguir atingir meus objetivos, me sentia mais culpada e com baixa autoestima. Para minha família, eu fingia que estava bem, disfarçava. Não aguentava mais. Pensei em me matar.
Até que resolvi buscar ajudar, procurar umas colegas/amigas, para desabafar. Isso foi ótimo, porque elas me deram vários conselhos, me fizeram perceber que eu não podia carregar culpa por tudo, me fizeram sentir bem e especial. Percebi que temos que dar valor à vida, que derrotas e vitórias fazem parte da vida.
Considero o Setembro Amarelo muito importante, pois nos dá a oportunidade de ajudar outras pessoas. Eu mesma, esse ano, ajudei duas amigas minhas que passaram por problemas familiares: uma do sexto ano, que ficava dizendo que queria sumir, desaparecer, que pensava em se matar; outra, do sétimo ano, que se cortava. Conversei com elas, falei o quanto são especiais e que deviam tentar conversar com as famílias. Hoje, falta muito diálogo nas famílias.
O Setembro Amarelo também é importante, porque estimula as pessoas a postarem mensagens de otimismo, de incentivo. Pequenos gestos fazem a diferença, fazem a pessoa se sentir especial.

Relato 2:
Ano passado eu tentei me matar. Meus pais iam se separar e eu me senti perdida, angustiada, com uma dor imensa por perder a minha família, uma dor na alma. Por isso, tentei suicídio. Até hoje, meus pais não sabem disso. Depois dessa tentativa, eu parei para pensar com mais calma e percebi que se eu tivesse conseguido meu objetivo naquela época, eu teria causado uma dor muito grande em pais. E eu não queria e nem quero isso.
Durante a minha vida escolar, sempre sofri bullying, pelo fato de ser mais cheinha, pelo meu cabelo. Isso me magoou muito e me fazia sentir péssima. Por isso, tentei mudar minha aparência para agradar aos outros. Mas, não funcionou. Até que não aguentei mais e pedi para minha mãe me tirar da minha antiga escola. Foi assim que cheguei ao Felismina. Aqui encontrei algo que nunca tinha sentido, respeito. Ninguém nunca me criticou pelo meu corpo. Agora, eu tenho autoestima, sei que as pessoas são diferentes e que há diferentes belezas. Hoje, eu me acho bonita e me aceito. E decidi falar disso que aconteceu comigo, porque precisava desabafar, me libertar e, quem sabe, ajudar alguém.







Ilustrações: Kallita Lorrany Fernandes Alves - 8º B 

quarta-feira, 11 de setembro de 2019




Setembro Amarelo - #fcbpelavida

Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda causa de morte de pessoas entre 15 e 29 anos. No Brasil, 32 pessoas morrem por dia vítimas de suicídio.
O suicídio é considerado pelo Ministério da Saúde como um problema de saúde pública, complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero¹
            Diante dessa triste e assustadora realidade, a professora de Filosofia Lívia Geralda Queiroz, decidiu trabalhar com seus alunos do Ensino Médio, esse tema tão delicado, cercado de tabus e preconceitos, que impedem que vidas sejam salvas, pois o suicídio pode ser prevenido.
            Com o auxílio dos colegas professores Henrique de Oliveira Lima, Joyce Karla Santos Vieira Galvão, Kellis Cristina Rodrigues de Matos, Leonice dos Santos Lima Damasceno, foi preparado o material para ser utilizado em sala (folheto explicativo, mural), fora de sala (mural) e nas redes sociais (vídeos disponibilizados pelo CVV – Centro de Valorização da Vida). Além de cartazes confeccionados por alunos das 1ª séries, que foram afixados no pátio do colégio.
             A professora Lívia falou sobre essa iniciativa:

            Resolvi trabalhar esse tema com meus alunos devido ao fato que, esse ano, três pessoas próximas a mim tentaram suicídio. Fiquei extremamente surpresa e chocada quando me revelaram, mas acima de tudo fiquei decepcionada comigo, pois não percebi nada – para mim estava tudo normal. Então, decidi pesquisar – e muito – sobre o assunto. Compreendi que toda pessoa que pensa e/ou morre por suicídio, ela manifesta sinais de alerta. Nós é que precisamos estar atentos, para percebermos essa (s) mudança (s) e oferecer nosso apoio. As descobertas que fiz, através dos estudos, me deixaram perplexa. Algumas negativamente, como o dado da OMS – Organização Mundial da Saúde – que, a cada 40 segundos no mundo, uma pessoa perde a vida pelo suicídio; outras positivamente, segundo novamente a OMS, 90% dos casos de suicídio poderiam ser evitados através da conversa.
            Com base nesses dados, senti uma forte necessidade de abordar esse tema. Percebi que é um assunto, que a maioria das pessoas tem muito receio em falar abertamente, seja por ignorância, preconceito ou medo, preferem ignorar. Mas, os jovens são naturalmente curiosos, o que é excelente para as aulas de filosofia, e é um assunto próximo à realidade deles. Por isso, imaginei que seriam receptivos a essa iniciativa. Durante as aulas, percebi atenção, concentração e emoção. Obviamente não posso avaliar o alcance dessas aulas, pois é muito pessoal. Entretanto, acredito que meu objetivo maior foi alcançado: o de despertar a sensibilidade para a importância de falar e escutar sobre a nossa saúde mental. Alguns alunos, em particular, desabafaram experiências pessoais próprias ou de amigos. Para mim, o desafio valeu a pena. 
            (Apenas uma última observação: a maioria dos casos de suicídio está associada à depressão, devido a isso, compartilho, após as imagens, um texto/depoimento sobre depressão).   



              Uma aluna da 3ª série, que preferiu não se identificar, relatou uma vivência pessoal:

            Há algum tempo, eu sentia uma tristeza diferente e profunda, uma ansiedade incontrolável, minha cabeça ficava tão cheia de coisas, que ficava atormentada. Foram momentos muito difíceis, eu não entendia o que estava acontecendo comigo. Teve uns dias, que vomitei muito. Não conseguia comer nada. Sem aguentar mais, decidi desabafar com minha mãe. Foi a melhor coisa que fiz. Minha mãe me escutou, acolheu e decidiu me levar em uma psicóloga. Sinceramente, eu achava que não precisava de acompanhamento psicológico. Eu sabia o que era psicologia, mas não considerava necessário recorrer a essa especialidade. Como eu estava enganada. Fui diagnosticada com ansiedade. Segundo a psicóloga, se eu não tivesse buscado ajuda, poderia ter desenvolvido outros distúrbios emocionais e doenças graves como depressão. Aos poucos fui melhorando. Agora, consigo controlar minhas crises de ansiedade. Ainda faço acompanhamento e isso tem feito um bem enorme para minha saúde e minha vida. Eu não cheguei a pensar em suicídio, mas acredito que se não tivesse procurado ajuda, poderia ter desenvolvido pensamentos suicidas. Digo a todos que sofrem com uma tristeza diferente, uma angústia profunda, procure ajuda. Não espere que vai passar sozinho, desabafe com alguém, converse. Há tratamento.  
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Depressão: uma perda de si mesmo

         Há um certo tempo, especialistas e pesquisas científicas, vêm apontando a depressão como sendo o mal deste século. A estressante vida moderna, com suas atribulações e correria, tem contribuído para um crescente número de casos de depressão.
         A maioria de nós, já ouviu falar ou conhece alguém que sofreu ou sofre com essa doença. Porém, a nossa sensibilidade e entendimento, não são capazes de perceber as entranhas dessa enfermidade. Nosso olhar distante e externo, é capaz de compreender apenas a superfície dessa misteriosa e espinhosa moléstia e suas consequências para a vida pessoal, social e psíquica de quem enfrenta esse problema.
         Devo admitir, a partir de minha própria experiência, que somente quem vivencia essa situação é capaz, realmente, de entender a amplitude e a profundidade do vazio que nos envolve e domina, levando-nos a perder a consciência de quem somos. É assustador a forma rápida como não conseguimos mais reconhecer nossa individualidade e personalidade. Somos envolvidos por uma onda avassaladora de desânimo, descrença e pessimismo.
         Tenho orgulho em dizer que sou uma pessoa de fé, cuja a mesma foi testada várias vezes e fortalecida na mesma proporção. Uma pessoa que consegue evoluir, amadurecer e perceber a beleza da vida e a manifestação divina nas pequenas coisas. Uma pessoa feliz. Entretanto, ao passar por um período de depressão, tenho que reconhecer que perdi minha fé. Procurava, procurava, mas não conseguia encontrar aquilo que sempre me sustentou e guiou toda a minha existência. É frustrante e aterrorizante, perder a direção do seu caminho, não ter forças para levantar a cada amanhecer, não sentir prazer em nenhuma atividade que outrora era a válvula de escape, forçar a alimentação, pois tem consciência que, se não comer, vai piorar. Não conseguir apreciar os momentos bons; não se alegrar com nada nem com ninguém; se afundar cada vez mais numa existência vazia, na qual não se vive, apenas existe. Pensar que não vale a pena viver, que morrer seria a única forma de alívio.
          É um caminho obscuro, tenebroso, no qual a escuridão vai preenchendo cada espaço e dominando cada parte do nosso ser. A impressão que temos é que, não há saída, não existe solução, só nos resta afundar cada vez mais num mar de incertezas, num abismo, no qual nosso “eu” não existe mais.
         Apesar de todos esses percalços, de toda angústia, existe solução. É preciso encontrar a pouca força que nos resta e buscar ajuda. Ajuda profissional, de um PSIQUIATRA¹, que está preparado para nos ajudar a reencontrar nós mesmos e nos reerguer. Infelizmente, muitas pessoas, por preconceito e/ou ignorância, pensam que psiquiatra é “médico de doido”. Psiquiatra é um especialista em saúde mental, e quanto mais pessoas se conscientizarem disso, melhor será para todos, e muitas vidas podem ser salvas. Precisamos, urgentemente, abrir nossas mentes e corações para podermos ajudar tantas pessoas que sofrem caladas, e, outras que, desamparadas e perdidas, chegam a sofrer suicídio² – a consequência mais violenta dessa terrível e, às vezes, silenciosa, doença.
         Despertemos nossas consciências para ajudar a nós mesmos e aos outros. Existe saída para a depressão. Procure um psiquiatra.
                                      (Lívia Geralda Queiroz)
¹ https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/psicologia/o-papel-do-psiquiatra-com-o-cuidado-a-saude-mental/51762
² https://hypescience.com/por-que-devemos-parar-de-usar-a-frase-cometeu-suicidio/


segunda-feira, 9 de setembro de 2019









Atividades diversificadas

            Os professores do Colégio Felismina procuram, em suas aulas, aplicar metodologias que permitam aos alunos serem protagonistas na construção do conhecimento, apresentando propostas diversificadas que estimulem a criatividade e a autonomia.
            Exemplificando esse objetivo, a professora de Química Karla Lithely Rodrigues Cardoso desenvolveu, com os alunos das 1ª séries do Ensino Médio, dentro do conteúdo de Geometria Molecular, a atividade de construções das geometrias moleculares. Na qual cada grupo construiu 3 moléculas de uma geometria específica (linear, piramidal, angular, tetraédrica e trigonal plana) e apresentou a composição delas aos colegas.






A professora de História Lívia Geralda Queiroz, também trabalhou atividades diversificadas em suas aulas.

Ao abordar, nos 7º anos, o conteúdo das Grandes Navegações, propôs aos alunos que confeccionassem, com material reciclável, caravelas e apresentassem aos colegas sua importância histórica na expansão marítima e comercial.









Já, nos 8º anos, ao analisar o período colonial, apresentou aos alunos dois pequenos trechos dos poemas: O Navio Negreiro – Castro Alves; Canção do Tamoio – Gonçalves Dias. Com o objetivo de analisarem e interpretarem por meio de ilustrações.





domingo, 1 de setembro de 2019



Professores escritores do FCB
         O Colégio Felismina se orgulha de ter em seu quadro de funcionários, servidores qualificados, dedicados e comprometidos com a educação de qualidade. Todavia, alguns profissionais possuem outras habilidades que extrapolam a prática docente. A professora mestra Junia Garcia e o professor mestrando Luiz Marles, são exemplos dessa realidade, pois também são escritores. Fato que muito honra o Colégio Felismina, pois além de fazerem parte da história da nossa instituição, agora, graças ao livro Mosaico – vozes de um Ser-Tão-Poético, são merecidamente reconhecidos, respectivamente, como poetisa e poeta.
         A nossa estimada professora mestra Junia Garcia¹ – carinhosamente chamada por muitos de Tia Junia e que, segundo consta a lenda, sabe a história de cada tijolinho do nosso colégio – nos falou um pouco desta obra:
No último dia 22 de agosto foi lançado o livro Mosaico – vozes de um Ser-Tão-Poético – que constitui uma coletânea de poesias, cujos autores são professores, alunos, alunos egressos do câmpus Campos Belos da Universidade Estadual de Goiás - UEG. O objetivo dessa coletânea é incentivar à produção literária, fazendo com que indivíduos reconheçam as potencialidades culturais da nossa região e assim motivem nossos autores, ainda escondidos, a se revelarem.  
Deleite-se com as poesias, todas são expressões de um sentimento de mundo capaz de representar a cultura regional.


O nosso sempre espirituoso e irônico professor mestrando Luiz Marles, nos relata um pouco de sua experiência com a poesia:
         É uma satisfação imensa participar dessa coletânea de poesias, eu que escrevo poesias desde 1989. A poesia faz parte da essência do ser humano, pois todas as ações da vida são inspirações poéticas. Os meus textos que se encontram nesta obra são expressões românticas, sociais, filosóficas e do devir humano. Espero que possam ser apreciadas. No ensejo adianto que já está pronto para que no próximo ano seja lançado o meu livro de poesias.



¹Junia Januária Garcia graduada em Letras (Português/Inglês), especialista em Linguística, Alfabetização e Língua Materna e em LIBRAS (UEG e UCAMPROMINAS), Mestra em Linguística (Teoria e Análise linguística – UNB). Professora da Educação Básica (Colégio Estadual Felismina Cardoso Batista) há 27 anos e da UEG há 12.
²Luiz Marles G. dos Santos graduado em Pedagogia, com especialização em Administração Educacional, mestrando em Educação. Trabalha no Felismina desde o dia 2 de agosto de 1999 (20 anos).

           

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