segunda-feira, 3 de junho de 2019

Colégio Felismina em Goianésia



A cidade de Goianésia foi sede das competições do Polo II dos Jogos Estudantis 2019, realizados pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc). Participaram desta fase as equipes classificadas das regionais de Campos Belos, Águas Lindas, Anápolis, Inhumas, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Posse e Formosa.
O Colégio Felismina foi representado pelas equipes de basquete masculino infanto e voleibol masculino juvenil.
Nosso professor/técnico Henrique de Oliveira Lima e alguns de nossos alunos/atletas comentaram essa espetacular experiência:


“Foi a primeira vez que viajei para os Jogos Estudantis. Foi uma experiência inesquecível. Aconselho a todos a participarem. Conhecer novas cidades, pessoas, é muito bom. Vivenciei coisas que nunca pensei em passar, foi ótimo. Obrigado a todos que nos apoiaram, principalmente, nosso técnico Eduardo por acreditar até o final e passar confiança nos jogos”.  Artur Barbosa Oliveira

“Foi uma honra poder jogar pelo Colégio. Tenho muito orgulho de representar o Colégio e ter conquistado uma medalha”. Joaquim Miguel Queiroz dos Santos

“A experiência de viajar para os Jogos Estudantis foi muito boa, apesar de não termos conquistado o ouro para casa. Foi ótimo jogar e, como dizem, o importante é competir. Ainda bem, que conseguimos pelo menos o bronze. A viagem foi uma experiência única e agora é treinar mais para o ano que vem trazer o ouro”.  Henrique Oliveira Costa

“Foi uma experiência inesquecível. Não é a primeira vez que viajo para os Jogos Estudantis, nem para a mesma cidade, mas cada vez é única, as brincadeiras, os jogos, a vontade de jogar e ganhar, a sensação em quadra, a torcida, a premiação são momentos dos quais jamais me esquecerei, estão eternizados em minha memória”.  Caio Felipe

“Eu só tenho alegria em falar sobre os Jogos Estudantis. É um momento que a gente se distrai e concentra ao mesmo tempo: distração pela galera, diversão, mas sempre com responsabilidade e foco, porque quem vai, vai para competir e ser campeão. Os jogos são maravilhosos, você conhece pessoas, reencontra amigos, se alegra com as vitórias e se entristece com as derrotas, mas sempre levando com experiência para a próxima. Dessa vez, não fui como jogador, fiquei angustiado, nervoso, senti muita saudade de quando jogava, é inexplicável o que os jogos despertam. Vou sentir saudades...” Victor Hugo Batista Oliveira Cunha Seidler

“Gostei muito da viagem, fomos bem acolhidos, as pessoas bastante educadas, a cidade é incrível. Os jogos foram ótimos. É uma experiência para a vida”.  Hiago Avelino de Andrade


“Então, foi meu último ano de jogos, por isso, eu quero muito agradecer ao Henrique por ter me dado essa oportunidade. Sinceramente, não gostava muito de vôlei, mas aprendi a gostar. Goianésia é um lugar top, que tem pessoas muito ‘maneiras’. Tivemos jogos complicados, que ganhamos e perdemos, são experiências para a vida”. Matheus Siqueira

“Bom, esses jogos foram meus últimos, infelizmente não ganhamos, mas a vida não é feita só de vitórias. Éramos considerados uns dos times mais fortes, e perdemos para um ‘mais fraco’. Perdemos dentro de quadra, mas ganhamos fora, fiz vários amigos, até mesmo de times adversários. Entretanto ainda não acabou, tem os jogos individuais, se Deus quiser vou conseguir trazer o ouro. Foi uma experiência única, muitas pessoas nos apoiaram, fomos longe. Apesar que nosso capitão não gostou muito da nossa colocação em 3º lugar. Não é a melhor coisa do mundo, mas também não é a pior, agora é voltar para a realidade r focar nos estudos”. João Pedro

“Meu objetivo nos jogos foi representar bem meu time. Como capitão, eu tinha que ter muita cabeça para poder controlar o meu time dentro e fora da quadra. Eu aprendi muito com essa experiência, vou levar para a minha vida toda, o companheirismo da equipe, as amizades, a lealdade que todos tiveram com o time e, principalmente, o respeito de todos”. Klildeman

“Os jogos foram uma experiência muito legal, porque estava entre amigos, conhecemos pessoas bacanas, a ‘resenha’ foi uma das melhores coisas. Entretanto, nem tudo é ‘um mar de rosas’, começamos jogando bem e ganhando, o que nos deixou confiantes, infelizmente na semifinal a vitória não veio. Essa derrota teve um gosto horrível, como se todo esforço que fizemos foi em vão e o pior é que era o último ano de quase todos e aí veio a frustração e o desânimo. Tivemos um ótimo aprendizado com isso, mesmo que consideremos o adversário fraco, não devemos subestimá-los”.  Maicon Breno


“Ah! Os jogos são a melhor coisa que acontece no ano, em relação ao esporte. Foi tudo maravilhoso, a viagem foi cansativa, mas tirando isso, foi tudo de bom, conheci muitas pessoas, os meus ‘brothers’ do ônibus, fomos muito bem recebidos e acolhidos. Os jogos não foram nada fáceis, no primeiro estávamos nervosos, mas aí mostramos o nosso voleibol, que o técnico Henrique nos ensinou e aprimorou muito bem. O segundo jogo, foi um ‘jogão’, com garra e determinação conseguimos ganhar. Quando chegou à semifinal, entramos ‘frios’ em quadra e perdemos. Mas precisávamos focar para o bronze e jogamos com garra, pois o terceiro lugar não é ruim, ficamos felizes em subir ao pódio. Foi uma experiência maravilhosa, tenho muito a agradecer a Henrique, por ter me dado essa oportunidade de ser um aluno/ atleta, meu muito obrigado”. Eduardo Ferreira 


“A fase regional dos jogos estudantis 2019 nos proporcionou os mais diversos aprendizados. O mais importante desses aprendizados foi descobrir o tipo de técnico que não quero me tornar. Deparei-me com pessoas mesquinhas e arrogantes que em nenhum momento utilizam o esporte como ferramenta motivadora, mas trata os atletas com xingamentos e desrespeito, coisas que abomino dentro e fora de quadra. Meus meninos sempre foram muito respeitados e motivados por mim e os resultados disso foram comtemplados durante a respectiva fase. Vencemos o primeiro jogo com placar folgado e isso foi importante para a continuidade dos jogos de nossa chave. O adversário seguinte, era Anápolis, um time temido que chegou prepotente dentro da quadra e nós com toda simplicidade conseguimos vencer esse jogo tão acirrado e ao mesmo tempo o mais lindo e intenso que eu vivi. Talvez essas vitórias tão belas tenham inflado nosso ego a ponto de acharmos que a fase estadual já era uma realidade, tendo em vista a análise pré-jogo que fizemos antes da semifinal, onde infelizmente fomos derrotados por um dos times que era o menos desacreditado pelos concorrentes. A cidade de Alvorada do Norte que havia nos tirado a tão sonhada fase estadual em 2018 estava então na mesma situação, pois havia perdido a semifinal do mesmo modo que nós. Disputar o terceiro lugar com dois times entristecidos, desmotivados e sem fé em si mesmos por reflexo da recente derrota é entristecedor. Ainda assim, consegui motivá-los a continuar lutando dentro de quadra e vencer um adversário tão forte. O terceiro lugar não é o fim, mas é uma lembrança de que existem pessoas melhores que nós e que podemos avançar tanto quanto elas. As escadarias da vida são subidas de baixo para cima. Infelizmente essa foi a “última” aventura de muitos desses meninos porque o tempo não espera os sonhos se realizarem. O estadual fica assim no passado e não poderá ser conquistado por eles, mas seu legado permanecerá intacto e motivará as novas gerações. Eu estarei aqui, começarei do zero novamente e nunca me esquecerei das lições que aprendi dentro das três gerações que passaram por mim, pois são elas me tomarão um técnico e ser humano melhor”.   Henrique de Oliveira Lima

O Colégio Felismina agradece aos técnicos Carlos Eduardo e Henrique pela dedicação e compromisso com nossos alunos/atletas. Aos nossos alunos/atletas, muito obrigado por nos ter representado tão bem. Obrigado por nos “presentear” com as medalhas de bronze, que para nós, significam ouro.









Ouro, prata ou bronze? Qual ‘vale mais’?
O que ‘vale mais’ é o esforço, é a superação, é lutar contra seus limites. Às vezes, os resultados parecem insuficientes e configuram derrota aos olhos alheios, mas somente que lutou e ‘suou a camisa’ sabe o que teve que passar para chegar a um resultado. Seja qual for, desde que se esforçado e feito com amor, deve ser comemorado e aplaudido. No esporte e na vida, raramente ficamos em primeiro lugar: as competições são árduas, os adversários poderosos. Entretanto, não conquistar o primeiro lugar, não significa que não somos vitoriosos. Vencedor é aquele que, com dedicação e amor, supera os próprios limites. Parabéns técnicos e alunos/atletas. O esforço de vocês, os fizeram vencedores!





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